HISTÓRIAS

domingo, 4 de maio de 2014

Xilogravura

Todas as imagens usadas nesse blog foram retiradas do Google Images




Na última aula de Xilogravura o prof. conversou com a turma a respeito dos TCCs, alguns grupos ainda não haviam enviado o capítulo solicitado. Ele novamente falou sobre educação paternalista, sobre as pessoas colocarem os problemas na frente dos compromissos como desculpa para os atrasos na entrega dos textos.
Aparentemente todos os grupos estão com problemas referentes à participação de todos os integrantes, uns menos outros mais, porém, esse tipo de dificuldades encontramos durante todos os semestres até aqui. O Elvis deixou claro que isso deve ser resolvido entre os próprios integrantes do grupo.
Quando a proposta é escrever não importa como, mas escrever! Não há uma receita pronta. Mas algumas premissas devem ser seguidas, como por exemplo: referenciar o texto escrito. É um trabalho científico, exige pesquisa, conhecimento sobre o assunto e sobretudo dedicação. O prof. colocou que é importante gostar do tema, ou vai ser realmente difícil desenvolver algo. Imagino que é mesmo impossível, pois adoro escrever e mesmo os textos que coloco aqui, por vezes se torna um estorvo e é texto informal sem todas aquelas exigências de um TCC. Ele disse pra não se preocupar com formatação nesse momento pois essa etapa é muito fácil de ser concluída, devemos dar prioridade ao texto. 
Foi colocado a dificuldade dos professores em seguir sem ter como fazer correção (não há texto) para dar retorno aos grupos. Falou da impossibilidade de indicar toda a bibliografia de um trabalho posto que isso faz parte do caminho que cada grupo vai trilhar para resolver seus questionamentos a respeito do tema abordado.
É interessante lembrar, e estas são minhas palavras, que temos apenas 7 meses pela frente e a maior parte do trabalho está por vir. Quanto mais adiarmos a escrita, menos tempo teremos e mais pressão sofreremos. É importante que todos os integrantes do grupo leiam todos os livros usados como referência, além é claro, de textos extras para dar maior fluidez à escrita. Sempre que estou escrevendo tenho o hábito de manter uma página da internet aberta num dicionário online, assim quando tenho dúvida quanto a alguma grafia ou significado já resolvo logo. Escrevo, desde as aulas da Cristiane, a referência bibliográfica no fim do trabalho conforme vou utilizando os livros, assim no final não esqueço de nenhum.
Cada pessoa tem uma particularidade na hora de escrever, não importa qual, se você escreve é o que basta. Não tem como ser educador sem ter o hábito de ler, de escrever e de pesquisar. Fomos, durante os semestres que passaram, bombardeados pela ideia de ser um sujeito crítico e nos mantermos assim na orientação de nossos alunos. Porém sem ler e escrever o máximo que conseguiremos será continuar na reprodução de um sistema posto. Mudar isso só depende de nós. Eu ainda tenho esse desejo!

Xilogravura


Após a colocação do professor, começamos a desenhar para o trabalho de xilo. O tema é livre, mas deve ser serial, ou seja, tem que manter um mesmo padrão de desenho em todos os trabalhos que faremos nos diferentes suportes propostos. O primeiro suporte é MDF que deve ter 20x25 cm. Essa peça deve receber duas mãos de goma laca com tempo de secagem entre elas, para impermeabilizar a superfície a ser usada e deve ser levada para próxima aula pronta. A etapa seguinte será passar o desenho feito para a madeira com a ajuda de papel carbono em seguida começaremos a gravar o desenho feito.

Pós semana de 22 (duas aulas)

Menino com lagartixa - Lasar Segall

A aula da Estela de sexta 25/04 falou de diversos artistas, presentes como organizadores ou expositores, da semana de arte de 22. Discorreu sobre o modernismo, disse que a semana de 22 foi um marco e não o início desse movimento. Citou artistas como: Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia, Mário de Andrade, Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Vítor Brecheret, Lasar Segall e Vicente do Rego Monteiro. Procurem ler sobre esses artistas e o movimento citado pra ficar por dentro do conteúdo da aula. Bom ler também o movimento antropofágico, seu significado e intenção. Na discussão da sala foi falado também da crítica de Monteiro Lobato à Anita Malfatti no texto "Paranóia ou Mistificação".

São Francisco Pregando aos Pássaros - Portinari


02/05 Acima uma, das inúmeras obras mostradas na última sexta. Essa aula foi particularmente especial pois a prof. foi apresentando os artistas, mostrando as obras como sempre faz e foi ligando a forma de pintar de cada um à um determinado movimento ou a vários ao mesmo tempo. Durante essa aula pude saber o que aprendi realmente e o que achei que sabia e preciso aprender mais. Como exemplo: sei que vou ter que ler sobre Fauvismo novamente, pois devo ter perdido essa aula do Antonio semestre passado. O discurso da professora girou em torno dos artistas que não eram adeptos da pintura acadêmica. A forma que ela abordou a pintura do Alfredo Volpi foi bárbara, muito bom mesmo, deu vontade de bater palmas! 

Ela falou de muitos artistas vou colocar alguns aqui, se me esquecer de citar algum por favor me avise.


  • Cândido Portinari
  • Cícero Dias
  • Bruno Giorgi
  • Aldo Malagoli
  • José Pancetti
  • Milton Dacosta
  • Manoel Martins
  • Fúlvio Penacchi
  • Aldo Bonadei
  • Clóvis Graciano
  • Alfredo Volpi
  • Humberto Rosa
  • Alfredo Rizzotti
  • Francisco Rebolo
  • Mario Zanini
Coloquei todos os artistas juntos, porém alguns deles fazem parte do Núcleo Bernardelli, outros do Grupo Santa Helena e os três primeiros foram citados sozinhos. A professora foi lendo as obras com a sala e indicando a quais movimentos pertenciam determinadas características das pinturas, sendo que algumas tinham mais que dois movimentos (repetido pra fixar... vai que cai uma obra na prova). A maior parte do conteúdo está no livro, mas a mediação da Estela é fundamental para compor a leitura. 

Gostaria que ficasse claro que todas as informações que posto, são apenas minhas anotações, que são muito pobres diante das aulas assistidas.
Boa pesquisa! 

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Muito sangue nessa taça.


A aula do Prof. Antonio foi bem interessante na quinta passada. Uma excelente explicação pra não ficar dúvidas quanto ao que devemos fazer no projeto a ser apresentado para ele no seminário temático. Com material explicativo que enviei hoje para os e-mails que tenho, acredito que de uma pessoa de cada grupo. Findadas as explicações do Projeto, voltamos a aula normal. Ele apresentou alguns vídeos de performance, consegui alguns deles. Abaixo os links para facilitar a pesquisa de todos. O nome dos vídeos estão no próprio vídeo, achei desnecessário repetir.






O professor indicou um livro O Campo Expandido do Michael Archer. pesquisando achei no Slide share esse trabalho abaixo. Dá pra ver os slides e se quiser ler o texto que tem abaixo dos slides melhor que também tem coisa interessante.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Brinquedo de palpel maché

A aula de hoje foi uma continuação do assunto que havíamos visto à duas semanas. Teatro. O Robson falou dos jogos teatrais e de como é importante não haver cobrança de resultados no momento da apresentação do jogo aos alunos. Lembrar que a ludicidade deve estar presente na proposta permitindo um entrosamento melhor da turma e fazendo com que se soltem. Não se deve ter a pretensão de criar um espetáculo, é uma brincadeira, um jogo que não deve ter obrigatoriedade. Falou também que o jogo dramático é informal, por isso não respeita rigidamente um roteiro e não exige presença de público. E se houver necessidade podemos dividir a sala metade é público e metade participa do jogo, depois invertendo pra que todos participem. Ao mesmo tempo que não pode ser rígido, também não deve ser muito solto, pois todo jogo tem regras, senão vira bagunça. E nessa brincadeira professor e aluno têm a oportunidade de emitir opinião sobre a maneira certa de fazer algo. Viola Spolin foi o foco da aula dele, mas citou também Olga Reverbel, Augusto Boal e Plínio Marcos. Reforçou que o conteúdo está no blog dele em forma de textos. 

Dois recadinhos...


A máscara deve ser terminada em casa e entregue dia 07/05.


Para próxima aula:
É para pesquisar uma história/conto/livro infantil (tem que ser infantil) e adaptar para um roteiro de teatro, pensar nos bonecos que devem ser criados. Esse trabalho será feito em grupo e cada pessoa vai criar um personagem (boneco) adaptando à história escolhida.


  • Jornal
  • fita crepe (muita, pra usar sem dó)
  • Revista
  • Cola
  • Garrafa de refrigerante pequeno vazia (preferencialmente Dollynho ou outra gordinha)
  • Papel maché da Acrilex. (ele falou que essa marca é garantida, e não vai dar xabú na hora da manipulação (e eu garanto que não tô ganhando nada com a propaganda [que é, verdadeiramente, uma pena]).
  • Quem quiser levar tela de viveiro (acha em casa de material de construção) ele também vai ensinar a mexer com esse material para criação de bonecos.
E o último recadinho é a dica da colega Bete Rocha. Vai rolar na Biblioteca Belmonte uma oficina de xilogravura. Haverá aulas teóricas e práticas ministradas pelo professor Valter Eduardo. Vale a pena conferir. Acontece a partir desse sábado 26/04 das 10h as 13h. 

Para a postagem não ficar sem imagem, segue o papel maché que é pra comprar, não erra, ou vai penar sovando massa. 

Ah... Procurei no Armarinho Fernando de Santo Amaro e não achei. Comprei na papelaria Matriz, na Rua da Matriz em Santo Amaro paguei R$ 8.00, só ficou mais um lá. Até perguntei se tinha mais em estoque, mas ele falou que teria que ver quantidade que ele encomendava, etc... daí não quis me comprometer. Hoje 24/04.


terça-feira, 22 de abril de 2014

Em rede

Hoje a aula de arte e cultura digital girou em torno da cibercultura e ciberespaço, falando de como esse mundo da internet está ao mesmo tempo à mão de todos e distante de tantos. Hoje quase tudo se resolve pela internet, marcar um encontro, fazer um trabalho em grupo, pesquisas diversas em todas as áreas, compras, vendas, trocas. É uma arma fácil que está disponível para todos, porém devemos procurar com cuidado, pois essa arma tanto pode te ferir como te defender. Para melhor entendimento vamos aos termos usados pela prof. durante a aula, rapidinho, pra ficar inteirado mesmo, só pesquisando.

Ciberespaço: espaço proporcionado pela internet para relacionamentos em rede ou interpessoal, onde não há necessidade da presença física do homem e ao mesmo tempo ele está em constante relacionamento com o outro.

Cibercultura: é a cultura criada a partir do ciberespaço, por meio de uma rede de computadores e internet ou dispositivos móveis.

Hoje esse tipo de comunicação nos cerca por todos os lados, estão nos tablets, nos celulares, computadores e redes sociais que virou praga e nasce uma diferente a todo instante. O cuidado é saber por onde trilhar ou esse mundo virtual te sufoca, tomando todo seu tempo disponível, te roubando da realidade circunvizinha.  A rede te mantém informado, pois tudo que acontece no mundo imediatamente será mostrado lá, tem que estar atento para que o que o mundo pensa, não virar seu pensamento. Nunca deixar de duvidar, ser crítico e pesquisar em mais de uma fonte para efetivamente emitir seu ponto de vista. Foram citados William Gibson e Pierre Levy. Falamos da obsolescência da aprendizagem digital, onde cada passo que damos a frente conta já com diversos outros à nossa frente. Em resumo, para nós futuros professores, é muito importante estar antenado com o que rola na web, sem contudo, descuidar da imagem e postura. 
Abaixo o vídeo que a professora citou, vale a pena ver.



Abaixo o vídeo sobre o Twitter


Foi interessante que quando cheguei em casa e abri o Face, tinha justamente uma imagem postada por um amigo falando exatamente sobre esse descuido do compartilhar sem saber a fonte ou conhecer o assunto. Segue abaixo a imagem.


Pra finalizar a postagem de hoje, dica de cultura da Thais.
FestIbero - VII festival Íbero Americano de Teatro de São Paulo no Memorial da América Latina. Reúne 15 espetáculos de rua e de palco. Começa hoje e vai até domingo, abaixo uma foto com mais detalhes.


Abaixo o link da página do festival no Facebook



segunda-feira, 21 de abril de 2014

Mundos Intricados


Bom dia, hoje é dia de postagem que não é aula : ), acho muito bom!!! Hoje vou falar de uma amiga que conheci ano passado na Mega Artesanal. Eu fui com dois amigos, já havíamos andado por toda a feira quando vi uma obra da Lu Paternostro e me encantei!!!! Cheguei perto, namorei os detalhes e fiquei namorando e continuei namorando e daí vi a artista sentada com uma caneta na mão riscando uma embalagem redonda (quem bem me conhece, sabe que amo caixas, embalagens e tudo mais que possa conter algo dentro) eu pirei, a embalagem era de papel craft e parecia aqueles canudos de diploma só que com o diâmetro muito maior. Daí começamos a conversar, quis saber o material que ela usava, como se isso me desse possibilidade de produzir igual, SQN, mas é só coisa de quem vê outras possibilidades em tudo. Ela me explicou que usava a caneta Posca, essa caneta dá possibilidade de escrever em diversas superfícies e tem muitas cores. Mas o que me encantou mesmo foram os intricados detalhes do trabalho dela, inúmeros seres com características diversas, juntinhos, pequeninos com uma rica variedade de formas. Dá pra imaginar sem ver? Até dá, mas não é suficiente né?


Essa peça acima é de acrílico, é linda. Clique na foto para ampliar e ver os detalhes.


Imagina se deu trabalho...


Relaxando no mundo colorido.


Como adoro caixinhas, comprei essa.


E como a Lu sugere, conto minhas histórias dentro.


Detalhe da tampa.


Acima, uma criação fresquinha da Lu Paternostro, para aguçar a criatividade nas aulas de máscara. Linda né mesmo?

Quando você compra uma peça da artista, junto vem um folheto explicativo, você digita seu código no site e lá você vai encontrar a foto da sua peça e a história dela. No caso da peça que citei acima cliquei lá e a história apareceu com foto e tudo! Tão especial!!!! 

Pra ver a história da minha caixa clica AQUI. Viu que show!

Abaixo o link do site da Lu pra você ver toda linha dela.


Lá no site dela tem a página do face e todos os links referente ao trabalho da artista. Entra lá, curte compartilha e vamos espalhar um pouco mais de arte pelo mundo.

domingo, 20 de abril de 2014

Caixa Cultural

A passadinha na Caixa Cultural nessa semana que passou foi super proveitosa. Tem três exposições, além do museu da Caixa que é permanente, Gustavo Acosta no segundo andar, Miró no primeiro andar e Werner Haberkorn no térreo.

Na exposição do Gustavo Acosta, na entrada, tem um vídeo que mostra a construção de uma  tela passo a passo, é bem legal e o resultado impressionante! As pinceladas alternam entre vigorosas e sutis, o emprego das cores e a distribuição dos elementos traz um equilíbrio que só com muita experiência para conseguir. O que mais gostei de tudo que vi, foram seis trabalhos feitos com caneta esferográfica. Lembrei daquele desenho que fizemos com a Prof. Solange Ardila, de observação. Se não me falha a memória desenhamos Picasso, lembrei também dos desenhos do Seu Eliseu. Gustavo Acosta trabalha arquitetura em hachuras, um trabalho diferenciado pra pensar e se inspirar.




Agora vou falar uma coisa... Miró! Óh!!! É impressionante o uso da materialidade, não existe nada que não se transforme nas mãos do cara. Papel de todos tipos viram suporte pra sua arte. Abaixo algumas das obras expostas que fotografei e o suporte utilizado.


O material usado acima é uma lâmina de cortiça, bem fininha, quase transparente.


Esse material acima é papelão, daqueles de caixa.


Nesse de cima ele usou papel de embalagem, nota-se que estava amassado e dá pra ver o logotipo da loja ou comércio do outro lado do papel.


Acima foi usado papel craft.


Arame


Acima papel lixa e o que usou pra colorir é crayon. Fala se não é pra se impressionar, não importa onde ele estava desenhando, ele estava desenhando. 

E pra finalizar tem a exposição do Werner Haberkorn de fotografia. Com diversos registros da arquitetura da cidade.


Bem são três exposições diferentes, e pra conseguir horas complementares você deve levar o papel da faculdade, pois eles estão sem impresso no local por enquanto. 

Abaixo uma foto fofa do semáforo da Praça da Sé.


Amanhã começa a semana e começa tudo de novo, alguém me conta o que rolou quarta e quinta? Beijokas e boa semana.